Como reduzir os gastos com a conta de luz no varejo

Já faz alguns anos que as despesas com a conta de luz se tornaram fortemente relevantes para o setor varejista. Em 2015, o aumento na conta de luz foi a segunda maior despesa operacional de algumas redes supermercadistas. Em especial as revisões tarifárias aprovadas em 2018 tornaram imprescindível que os empreendedores que atuam no varejo façam uma gestão ativa dos seus gastos com energia, sob pena de perder competitividade no mercado.

Como reduzir os gastos com a conta de luz no varejo

Diante desse cenário, listamos nesse artigo algumas ações que podem reduzir significativamente suas despesas com a conta de luz. Esses procedimentos devem ser estudadas com atenção para garantir que não haja nenhum desperdício de recursos. Cada ação tem suas vantagens e desvantagens. Assim, vamos esclarecer suas peculiaridades para facilitar sua tomada de decisão.

O que fazer para reduzir seus gastos com a conta de luz

Como o gasto com energia elétrica é igual ao consumo vezes o preço pago por unidade de energia, basicamente duas coisas podem ser feitas para reduzi-lo e de preferência em paralelo. Reduzir o consumo de energia e diminuir o preço pago por unidade de energia.

1. Reduzindo o consumo de energia elétrica

Ações de eficiência energética podem reduzir drasticamente o consumo de energia elétrica no seu estabelecimento. De forma simplificada, essas ações se resumem em três atividades:

  • a identificação de fontes de desperdício e, portanto, de oportunidades de redução;

  • a implantação das medidas para a redução do consumo;

  • o monitoramento do consumo para que não surjam novos desperdícios.

As principais fontes de desperdício são equipamentos com baixa eficiência energética, equipamentos utilizados de forma inadequada e características arquitetônicas do estabelecimento, como o baixo isolamento térmico e o não aproveitamento da luz natural.

A simples troca de lâmpadas incandescentes por lâmpadas de LED, a substituição de equipamentos de baixa eficiência e a adoção de práticas para reduzir o consumo, como a instalação de sensores de presença em locais onde as lâmpadas não precisam ficar acesas durante todo o horário de funcionamento do estabelecimento, podem gerar economias substanciais.

Existem empresas especializadas em eficiência energética (ESCOs – Energy Services Companies) que oferecem os serviços de diagnóstico das oportunidades de economia e de implantação das mesmas. É importante realizar uma pesquisa detalhada para obter o melhor resultado. Algumas empresas financiam as mudanças e o cliente vai pagando com a economia gerada. Fiquem atentos com esses contratos de sucesso, eles precisam ter prazo definido.

Apesar de serem muito bons por possibilitar a economia sem a necessidade de investimento, algumas empresas exigem participação na economia gerada por tempo indeterminado, o que torna o negócio desvantajoso. Além disso, essas mesmas empresas podem ajudar a buscar linhas de crédito incentivadas que podem se mostrar interessantes em função do baixo custo do dinheiro.

Em caso de reformas ou construções de novas lojas, lembre-se de buscar arquitetos, ou mesmo ESCOs para garantir um projeto arquitetônico que busque a eficiência energética. Essa decisão pode resultar em grande impacto na conta de luz do estabelecimento no longo prazo.

2. Reduzindo o preço pago por unidade de energia

Além de reduzir o consumo de energia elétrica, é extremamente importante buscar pagar mais barato pela energia, pois existe a possibilidade de você estar desperdiçando recursos.

Basicamente existem duas formas de pagar mais barato pela energia: comprando por um preço menor, ou gerando a própria energia. No caso de gerar a própria energia, é possível investir em um sistema próprio de geração ou alugar um sistema de terceiros. 

Neste artigo você vai descobrir as formas de pagar menos por energia.

E se você quiser saber como gerar a própria energia e obter ganhos em economia, além contribuir utilizando fonte renováveis, clique aqui. A evolução tecnológica dos sistemas geradores de energia elétrica, com destaque para a energia fotovoltaica, somada à evolução da normatização relacionada à Geração Distribuída de Energia Elétrica, tornou economicamente viável que os consumidores possam gerar sua própria energia.

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