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5 maneiras de conseguir moedas para troco

Escrito por Anderson Locatelli | 19/03/2019
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Muitos são os impactos da falta de troco no varejo. Para que os funcionários da sua loja não tenham sua produtividade impactada, a satisfação dos seus clientes e o resultado do seu negócio não caiam, o varejista busca sempre formas de solucionar a falta de moedas para troco.

5 maneiras de conseguir moedas para troco

 

A pergunta é: como conseguir moedas para troco? Neste artigo, vamos falar sobre as  formas mais utilizadas pelos varejistas e entender quais são as melhores soluções.

Preciso de moedas para troco e agora?

Normalmente, a primeira forma de buscar moedas para troco é recorrer aos bancos.

O varejista entra em contato com a gerência do banco que lhe atende e pede auxílio em sua demanda. Acontece que, na atualidade, os bancos não têm mais acolhido esse tipo de necessidade.

Estima-se que 35% das moedas produzidas no Brasil desde 1994 estão fora de circulação. Há também um custo de R$ 0,31 para produzir moedas de R$ 0,05. Ou seja, os bancos também não têm realizado o serviço de entregar dinheiro em espécie trocado em moedas.

Quais são então, na prática, as formas de conseguir moedas para troco no varejo?

1. Equipamentos

Há no mercado alguns equipamento que tentam suprir a falta de moedas em circulação.  

As soluções mais comuns em máquinas, são aquelas que funcionam como “papa troco” e são encontradas em lojas do varejo. Em troca de vouchers com bônus e promoções exclusivas oferecidas pelo varejista, o cliente deposita suas moedas nestes equipamentos.

A cada vez que o cliente deposita um valor em moedas, ele recebe um cupom com algum benefício para ser utilizado naquela loja, o que favorece tanto o consumidor quanto o varejista. As moedas ficam organizadas e separadas no equipamento, de forma a serem facilmente utilizadas como troco no estabelecimento.

O grande problema deste tipo de solução é que quase nenhum cliente disponibiliza as moedas que o varejo mais precisa: R$ 0,01, R$ 0,05 e R$ 0,10. Isso provavelmente acontece porque quase ninguém junta moedas desses valores em casa.

Saiba como calcular o custo de troco da sua loja, de forma precisa e prática. 

2. Ações com clientes

Outra forma comum é oferecer promoções nos estabelecimentos para conseguir reunir moedas. Há casos de supermercados, por exemplo, que trocam R$ 10,00 em moedas por um bombom.

Ainda que promoções como essa possam ser realizadas em parcerias junto a, por exemplo, marcas de chocolate, é necessário colocar tudo na ponta do lápis.

Certamente um vínculo será criado com o cliente, que poderá voltar mais vezes à loja para trocar moedas por bombons. Entretanto, os custos com a despesa com os brindes compensam? Não seria também importante para a valorização da marca acompanhar as novas tendências do mercado? É necessário fazer essa análise compreendendo cada negócio e suas especificidades.

calculadora custo de troco

 

3. Sair em busca de moedas para troco na região

Muitas vezes a forma aplicada para conseguir moedas para troco no varejo é, literalmente, correr atrás. Funcionários das lojas costumam sair em busca de moedas pela região onde o negócio está localizado. Carrinhos de sanduíche, de pipoca, padarias e outros pequenos empreendimentos comerciais locais costumam possuir e trocar moedas.

Por mais que essa seja a forma mais simples, ela é também muito questionável. Além do tempo dos funcionários da sua loja não ser aplicada de forma mais produtiva, a busca por dinheiro em espécie pode se tornar uma escolha que ameaça a segurança dos colaboradores da sua loja e resultar em implicações legais.

4. Empresas que entregam valores (Kit troco)

Havia uma forma de conseguir moedas para troco que era muito utilizada por empresas de pedágio, por exemplo. Denominado “kit troco”, o serviço disponibilizado por essas empresas era de captação, organização e entrega dos valores às empresas contratantes.

O serviço não tem sido mais comercializado dessa forma e foi substituído por outro chamado “custódia”. Neste, os supermercados, por exemplo, captam suas moedas para troco e entregam a essas empresas, para que sejam armazenadas e fornecidas quando e onde for necessário.

A desvantagem desse modelo é o valor cobrado por essas empresas pelo serviço, que costuma ser relativamente alto e não compensar para o pequeno varejista.

5. Cofrinho digital

Esta é a única solução desta lista que não tem relação com a captação de moedas propriamente dita. Nesta solução, a ideia é oferecer ao cliente uma solução inovadora, onde o troco fica armazenado em um cofrinho digital.

A proposta dessa forma de conseguir moedas é viabilizar o troco para o varejista por meio de um aplicativo. Ao mesmo tempo, é uma forma do cliente acumular seu troco de forma segura.  Por meio do CPF do consumidor, e integrado a um sistema de frente de caixa, o valor de troco se torna um crédito virtual.

Além desse valor render anualmente, existem as possibilidades de o cliente transferir seu saldo para conta bancária,  pagar boletos com o aplicativo, fazer recarga de celular e ter acesso a campanhas segmentadas pelo varejista.

Em resumo, no momento da venda, basta o cliente inserir seus dados, para armazenar o troco daquela compra e a questão da falta de moedas para troco estará resolvida.

Assim, a proposta beneficia consumidor e empresário e evita a quebra de caixa, já que o fechamento diário também será simplificado e certeiro.

Para entender mais sobre formas de acabar com a quebra de caixa e de implantar soluções como o cofrinho digital na sua loja, continue acompanhando nossos conteúdos.

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Ficou com alguma dúvida sobre a quebra de caixa? Mande um e-mail para contato@infovarejo.com.br

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